Doze (12) trabalhos foram selecionados e aprovados no Edital Estante Ceará 2020. A seleção foi realizada na tarde dessa quinta-feira (15), em uma videoconferência entre os integrantes da comissão selecionadora.

O Edital Estante Ceará 2020 lançado em abril pela Fundação Waldemar Alcântara (FWA) visava selecionar e publicar 10 (dez) teses e dissertações, defendidas no período de 2015 a 2021, com temáticas relacionadas à cidade de Fortaleza nas áreas de conhecimento: Educação, Saúde, História, Geografia, Sociologia, Antropologia, Ciência Política, Economia, Arquitetura, Cultura, Turismo, Meio Ambiente, Comunicação e Publicidade.

Os 75 trabalhos recebidos, segundo a Comissão de Avaliação constituída por seis professores doutores convidados pela Fundação Waldemar Alcântara, superaram as expectativas. Por essa razão mais dois trabalhos foram agregados a lista preliminar de selecionados.

As doze (12) obras selecionadas serão publicadas pela Fundação Waldemar Alcântara com tiragem de 300 exemplares, por título, cabendo a cada autor 50% dos livros editados referente à sua obra. A FWA realizará lançamento das obras em evento presencial ou virtual, a depender da situação de pandemia, em 2022.

Com o Edital Estante Ceará 2020, a Fundação Waldemar Alcântara dá continuidade ao trabalho de disseminação do conhecimento sobre o Ceará e sobre a cidade de Fortaleza, nas mais diversas áreas, bem como democratizar o acesso à leitura com o apoio institucional da FWA no que se refere a publicações de livros em formato impresso.

Conheça a seguir, em ordem alfabética, os títulos selecionados no Edital Estante Ceará 2020:

A carismática constituição de uma autoridade racional: um estudo sobre a Comunidade Católica Shalom, de Emanuel Freitas da Silva;

A centralidade da Aldeota como expressão da dinâmica intra-urbana de Fortaleza, de Beatriz Helena Nogueira Diógenes;

As mudanças de usos da praça Clóvis Bevilácqua: do ponto do chafariz às águas da intelectualidade. Fortaleza – CE, 1888-1943, de José Maria Almeida Neto;

Biograficidade: a arte urbana na formação de si e do espaço, de Alessandra Oliveira de Araújo;

Cidade e mobilidade urbana em Fortaleza: violações de direitos nos deslocamentos das mulheres na linha de ônibus 304, de Viviane de Araújo Menezes;

Fortaleza de afetos: imagens e narrativas de uma cidade entre muros, de Iara Denise Oliveira Silva;

O Perfume Azul, artífice da ruptura: transgressão na cena rock de Fortaleza nos Anos 70, de Simone Mary Alexandre Gadelha;

Os jardins residenciais de Roberto Burle Marx em Fortaleza: entre descontinuidades e conexões, de Fernanda Cláudia Lacerda Rocha;

Os sobreviventes: o direito à comunicação na produção do programa “conexões periféricas”, de Francisco George Costa Torres;

Parque ampliado do Pajeú: uma abordagem site-specific com uso de locative media; de Ana Cecília de Andrade Teixeira;

Práticas de Mediação de leituras na periferia de Fortaleza: cartografias do Programa Viva a Palavra e de bibliotecas comunitárias de iniciativa popular, de Vanusa Benício Lopes;

Surfando nas ondas do Titanzinho: Corpo, Memória, Natureza e Cultura em Fortaleza (1960-2010), de André Aguiar Nogueira.

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